Tratamento da dependência química

Tratamento da dependência
química

Ibogaína

O que é?

A ibogaína é um alcalóide extraído de algumas plantas originárias da África, como Tabernanthe Iboga e Voacanga africana. Ela tem sido usada em rituais ancestrais desde os tempos pré-históricos. Em 1962, Howard Lotsof descobriu que a ibogaína tem um efeito muito significativo no tratamento da dependência química. Desde então, tem sido utilizada no tratamento da dependência de opióides, de outras substâncias psicoativas, como o crack e a cocaína, e de dependências não químicas.

Com um protocolo adequado, a ibogaína é uma substância segura, e uma única dose é capaz de eliminar, em poucas horas, a compulsão por drogas e os efeitos da síndrome de abstinência de forma persistente.

Com um protocolo adequado, a ibogaína é uma substância segura, e uma única dose é capaz de eliminar, em poucas horas, a compulsão por drogas e os efeitos da síndrome de abstinência de forma persistente.

Ciência

O que a ciência diz sobre o uso da ibogaína para o tratamento da dependência química?

 

A ibogaína é tradicionalmente usada no tratamento de dependência química, e estudos confirmam seus efeitos farmacológicos e psicológicos positivos.

Diferentes pesquisas mostram que ela reduz a fissura e os sintomas de abstinência em dependentes químicos, incluindo opioides e crack, aumentando o período de abstinência entre as recaídas. A ibogaína também beneficia pessoas com alcoolismo, reduzindo os efeitos recompensadores do álcool.

Seus efeitos são explicados por sua atuação no sistema serotonérgico, nos receptores opióides e na produção do hormônio GDNF, levando a uma sensação sustentada de bem-estar e diminuição do desejo de consumir drogas.

Ciência

O que a ciência diz sobre o uso da ibogaína para o tratamento da dependência química?

 

A ibogaína é tradicionalmente usada no tratamento de dependência química, e estudos confirmam seus efeitos farmacológicos e psicológicos positivos.

Diferentes pesquisas mostram que ela reduz a fissura e os sintomas de abstinência em dependentes químicos, incluindo opioides e crack, aumentando o período de abstinência entre as recaídas. A ibogaína também beneficia pessoas com alcoolismo, reduzindo os efeitos recompensadores do álcool.

Seus efeitos são explicados por sua atuação no sistema serotonérgico, nos receptores opióides e na produção do hormônio GDNF, levando a uma sensação sustentada de bem-estar e diminuição do desejo de consumir drogas.

Como funciona

Como é feito o tratamento de psicoterapia assistida por ibogaína?

O tratamento com ibogaína é realizado em quatro etapas. A primeira consiste na triagem do paciente para avaliar sua condição de saúde. Depois, o paciente passa pelo pré-tratamento, que inclui preparo médico e psicológico, além da abstinência de substâncias tóxicas. A terceira etapa é a sessão de ibogaína com alta dose da substância. Por fim, na etapa de pós-tratamento, o paciente recebe acompanhamento psicológico para lidar com a experiência e reconstruir sua vida a partir de uma nova perspectiva. Toda a jornada é pensada para aumentar a eficácia do tratamento e garantir a segurança do paciente.

Como funciona

Como é feito o tratamento de psicoterapia assistida por ibogaína?

O tratamento com ibogaína é realizado em quatro etapas. A primeira consiste na triagem do paciente para avaliar sua condição de saúde. Depois, o paciente passa pelo pré-tratamento, que inclui preparo médico e psicológico, além da abstinência de substâncias tóxicas. A terceira etapa é a sessão de ibogaína com alta dose da substância. Por fim, na etapa de pós-tratamento, o paciente recebe acompanhamento psicológico para lidar com a experiência e reconstruir sua vida a partir de uma nova perspectiva. Toda a jornada é pensada para aumentar a eficácia do tratamento e garantir a segurança do paciente.

FAQ

Dúvida frequentes

1Por que preciso me submeter a um tratamento no hospital?

Para que a equipe médica possa cuidar bem de você em caso de qualquer complicação, principalmente arritmias cardíacas. Nosso protocolo é feito para prevenir qualquer adversidade, mas, no hospital, estamos preparados para tomar os melhores cuidados.
2Que tipo de ibogaína vou tomar?

Cloridrato de ibogaína de alta pureza (>99%), em cápsulas, fabricado de acordo com Boas Práticas de Fabricação. A pureza é importante para a segurança do tratamento, pois a presença de outros compostos pode causar reações indesejáveis. A substância é importada legalmente para o país, em nome de cada paciente, e é entregue e armazenada no hospital até o dia do tratamento.
3Preciso parar de usar drogas antes do tratamento? Por quê?
Depende da substância. No caso dos opióides, nossa equipe apoiará o paciente e seu médico na substituição de sua droga de escolha por outra com meia-vida mais curta, como a morfina.
No caso de estimulantes como cocaína, crack e anfetaminas, o paciente deve interromper o uso por 30 dias antes do tratamento para evitar reações cardíacas adversas que podem ser causadas pela interação da ibogaína com essas substâncias.
Também é necessário interromper o uso de certos antidepressivos para garantir a eficácia do tratamento. Nossa equipe interage com os médicos e cuidadores do paciente para fornecer suporte abrangente a fim de concluir esta importante etapa do pré-tratamento.
4O uso da ibogaína é seguro?
A ibogaína pode causar complicações cardíacas, especialmente em pacientes com problemas de saúde ou que usam substâncias que interagem com ela, como estimulantes e antidepressivos. No entanto, não há relatos de mortes causadas pelo uso isolado da ibogaína. As complicações cardíacas ocorreram em pacientes que usaram outras drogas simultaneamente, fora do ambiente hospitalar e sem atendimento médico. A clínica Beneva dá atenção especial à preparação farmacológica antes do tratamento.
5Quais as contraindicações e efeitos colaterais?
A ibogaína é uma substância potente que atua principalmente no sistema nervoso e pode ser contraindicada em casos de problemas cardíacos, renais ou hepáticos graves e algumas condições mentais. Para evitar complicações, é importante que a pessoa que vai tomá-la esteja em boas condições de saúde. Possíveis efeitos colaterais incluem náuseas, tonturas, tremores e aumento da sensibilidade ao som e à luz.
6Por que a administração de ibogaína precisa ser feita em hospitais?
Os estudos que comprovam a eficácia da ibogaína foram realizados com altas dosagens, o que aumenta o risco de complicações cardíacas. É importante manter uma equipe atenta ao monitoramento do coração para detectar problemas imediatamente e tomar as providências necessárias para garantir a segurança do paciente.

Ficou alguma outra dúvida? Acesse mais conteúdos em:

clinicabeneva.com/ibogaina

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